4 ANOS DE DRAIKANER!

DSC_0594

4 de julho de 2010, há quatro anos atrás nascia o Draikaner. Vindo de três grupos distintos, o Draikaner surgiu numa idéia ambiciosa de pessoas que sonhavam em serem os melhores naquilo praticavam: O swordplay boffering. Mas mais que isso, o Draikaner sempre foi a primeira casa para muitos daqueles que passavam as tardes de domingo no Ibirapuera, para outros era a esperança de que eles poderiam ser os melhores (mal eles sabiam que já eram), de fazer algo realmente importante para aqueles que praticavam/ praticam o esporte.

Hoje, quatro anos depois daquela primeira geração de Draikaners não consigo encontrar palavras para descrever o quanto sou grata por aquelas pessoas, pelas pessoas que nos trouxeram o que somos hoje, por cada membro que em sua passagem pelo Dragão de Pedra depositou uma pequena contribuição pessoal e incalculável e nos ajudou a crescer. Ajudaram tanto que hoje atingimos sonhos que há quatro anos eram somente sonhos. Em nome do grupo Draikaner agradeço a cada um, a cada pequeno passo que vocês membros antigos/ ativos/ inativos/ novos/ e o que estão por vir, e que faz o Dragão de Pedra ser o Draikaner. Esse é o relato da Amanda, uma das representantes do Draikaner.


Agora o relato da Amanda, a pessoa de carne e osso que não sabe viver sem o Draikaner.
O que você faria da sua vida sem o Draikaner?

Essa pergunta bateu forte na cabeça de alguns membros durante a comemoração de aniversário do grupo, graças ao senhor Mexicano. A minha resposta sempre esteve na ponta da língua: Não faria nada sem o Draikaner, não consigo imaginar uma realidade alternativa aonde não irei todos os domingos para o Parque do Ibirapuera, ver meus melhores amigos, lutar com eles, ficar com a minha família. O Draikaner depois de quatro anos mudou muito de liderança, de membros, mas uma coisa continua e isso só vem aumentado: O sentimento que somos uma família e que somos amigos, melhores amigos, dentro e fora do grupo. E a minha principal tarefa hoje é fazer o meu melhor para que o Draikaner cresça e tenha muitos, milhares de anos pela frente.
AGORA O RELATO DO NOSSO CAPITÃO: Frufru (apelido: Vitor Oliveira)

Frufru

Quatro anos. Esse é o tempo de existência do Draikaner, o grupo ao qual nós fazermos parte. Mas o que são quatro anos? Comparado a outros grupos, isso é bastante tempo. Comparado ao tempo de existencia de outros clubes de futebol, não. Comparado a quanto tempo faz desde as revoluções industriais, não. Comparado a duração de determinados embates, também não.

Se eu te perguntar agora, o que aconteceu nos últimos 4 anos da sua vida, você lembraria? Se eu te perguntasse o que aconteceu todos os dias da sua vida, dia após dia, você iria se recordar? Vocês se lembram do que comeram no natal de 4 anos atrás? Voce acha que em 4 anos sua vida já virou do avesso?

Parece muito tempo, e ao mesmo tempo parece pouco, mas isso realmente importa? São quatro anos, independente de parecer muito ou pouco. E nesses quatro anos, muita coisa aconteceu.

Tudo começou há anos atrás, com uma junção entre três grupos de swordplay: a Alliance of The Cross, também conhecida como a ordem dos templários (corrijam-me se estiver enganado), a Heren Ouroboros e a Míriade Medieval, também conhecida por Mil Dragões, formando assim, um grupo chamado Draikaner. Parece simples, mas não é.

Ao que me consta por informação (vocês podem me corrigir sempre que quiser, o que falo é baseado no que me contaram), esse clã foi formado para criar apenas os melhores combatentes, formar os melhores dos melhores, e assim ser um grupo voltado para a competitividade. E realmente era assim. Tivemos lendas como o nadur, o pirajá, o nelson (também conhecido por nós como cueca), heikachi, Caos, e muitos, muitos outros nomes que ou não ouvi falar, o um minha memória oculta. Resta saber que existiam combatentes de ponta em nossas linhas.

Acontecimentos como o desempenho da Excalibur (condado principal do Draikaner na GC), vencendo um grupo que tinha três vezes mais membros que nós (6vs18) eram frequentes em nosso grupo. E assim perdurou o nosso clã, com vitórias, derrotas, honra e glória por bons tempos.

Mas como o tempo não perdoa, e o destino cedo ou tarde nos arrasta pra fora do caminho que trilhamos, houveram muitas perdas dentro do grupo ao qual lutamos, perdas as quais na época pareciam irreversíveis, as quais simplesmente deixavam alguns membros boquiabertos, ou pelo menos com uma pulga atrás da orelha. Mas essas perdas estavam longe de causar um desfalque em nossas linhas.

Cada membro experiente que saia deixava seus conhecimentos que adquiria dentro do grupo, ou seus equipamentos, ou seus aprendizes, levando os dois. Mas afinal, porquê eu estou falando tudo isso?

Esses são os 4 anos do Draikaner, hoje esse clã ao qual pertencemos iniciou seu ciclo de eventos, eventos esses que marcam o grupo com cicatrizes, cicatrizes as quais não devem ser esquecidas, mas sim passadas para seus novos membros de geração em geração.

Provavelmente vocês não saberam quantas batalhas vocês venceram, nem quantas pessoas vocês já levaram em suas vidas como swordplayers, mas garanto que vão se lembrar da sensação de conhecer o grupo, de participar do primeiro treino de novato, do seu primeiro teste de graduação, do seu primeiro evento, da primeira arma própria, daquela campal que você fez a diferença, e por aí vai.

Eu me lembro, que há mais ou menos dois anos e 2 meses, eu conheci o Draikaner, e vi todos os membros dentro dele, sendo pra mim um contato com um pessoal inteiramente estranho, mas ao mesmo tempo interessante, engraçado, e parecia que tínhamos algo em comum. E com o passar do tempo, eu descobri quanta coisa em comum tínhamos, e enfim encontrei minha família.

Vi gente crescer dentro do grupo, tanto junto comigo, quanto separadamente, vi muitos dos meus mentores ainda na sua fase de sargento, vi os melhores espadachins do grupo começando a se graduar, me vi crescendo junto com o grupo, e olha até onde a gente chegou, um dos maiores grupos de são paulo, e quem sabe até do mundo inteiro. Daí vi a chegada dos que vieram depois, todos dando o melhor de si e suando, pra conseguir chegar ao topo, e do topo, ajudar mais gente a subir. Vi vocês rindo, chorando, explodindo de emoção, raiva, alegria, e muito mais. E o melhor de tudo, é que não só vi, como também faço parte disso.

Daí, na comemoração do grupo, me surge um cara do nada, embriagado, e me pergunta: O que seria de você sem o Draikaner? Pronto, entrei numa semana de reflexão.

Pensei, refleti, meditei essa possibilidade, e cheguei a uma conclusão.

Sem o Draikaner, eu continuaria vivendo normalmente, continuaria sendo eu mesmo, seguindo minha vida pacata, estudando, depois arrumaria um emprego, e seguiria o mesmo caminho que muitos seguem, sem sequer saber o que é swordplay, e Fim. Porém, esse não seria o Frufru, esse seria o Vitor Oliveira Lima, um cara chato, antipático, VZ(poucos entenderão esse termo, mas foda-se), que não gostava de falar muito (sim, vocês criaram um monstro) e principalmente, vazio, oco por dentro.

Não conheceria metade das pessoas que conheço hoje, não teria a mesma disposição, a mesma força de vontade que tenho hoje, não teria o mesmo bom humor e a mesma forma de ver o mundo, provavelmente enlouqueceria com a vida de aluno do ifsp e tentaria alguma loucura, ou qualquer coisa do tipo.

Sei que tem todo o romantismo a parte, mas gosto de ver o que aconteceria na realidade, e na minha opinião, essa seria a realidade. Chato, simples assim.

Sou grato a vocês porque cada um de vocês moldou minha personalidade, minha essência, e sou grato principalmente porque vocês serão a razão de eu olhar pro meu passado daqui a 20, 30 anos, e dizer: Valeu a pena ser Draikaner, valeu a pena levantar meu punho direito e dizer em alto e bom tom “IN GLADIUS VICTORIA EST!”, depois explicar pra cada um dos novatos o que isso significa e tirá-los do caminho dos highlanders.

Por isso, senhores, se você passou no teste de graduação, parabéns, você segue o exemplo dos nossos antepassados, dando o melhor de si e contribuindo para o melhor do grupo, e o mesmo vale para quem não passou no teste de graduação, só que a diferença é que vocês ainda não estão prontos para dar um passo adiante na hierarquia do clã, só isso.

Se você passou ou não no teste, vá treinar para o EPS, para o relâmpago, ou seja para o que for, e se fortaleça, mas nunca esqueça: por mais que você esteja fazendo um melhor para o clã, isso tudo não vai passar de uma transformação em si mesmo, mas peça ajuda ao seu clã, que seu clã faz o resto. O resto é com vocês.

IN GLADIUS VICTORIA EST!

Frufru

PARABÉNS DRAGÃO DE PEDRA!

IN GLADIUS VICTORIA EST!
Amanda Rosa
Lady/ Capitã
Draikaner.

 

Anúncios
Categorias NotíciasTags

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto:
search previous next tag category expand menu location phone mail time cart zoom edit close